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LGM-OS Enterprise
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As quatro camadas que decidem quem vê o quê.

Usuários, permissões e o que cada um vê

16 min · 12 seções

Um NAS de casa é usado por várias pessoas, e nem todas precisam ver a mesma coisa. Este guia explica as quatro camadas que decidem quem vê o quê, por que são quatro e qual delas você precisa mudar em cada caso.

A regra de fundo, que evita metade das dúvidas: quem manda é o NAS, não o ícone. Esconder um aplicativo não o protege; a permissão é verificada no servidor toda vez.

1. As quatro camadas

CamadaDecideOnde se altera
A contaSe essa pessoa existe e pode entrarPainel de controle → Usuários e grupos
Os aplicativosQuais apps ela vê na área de trabalho e com que nívelA ficha dessa conta → Aplicativos
As pastasEm quais pastas da casa ela entra, e se pode gravarPainel de controle → Pastas da casa → Permissões
Os protocolosPor onde ela pode chegar: painel, SMB, SFTP, WebDAVA ficha dessa conta

Elas são independentes de propósito. Tirar de alguém o app Arquivos não fecha a pasta por SMB: são duas portas diferentes, e uma casa de verdade usa as duas.

2. A conta

Ao criar uma conta, são criadas ao mesmo tempo até três coisas: a do painel, a do sistema (SSH/SFTP) e a do SMB. A senha é digitada uma vez e vale para as três.

Ela se muda no painel, em Painel de controle → Sua conta, e a nova vale para as três ao mesmo tempo. Pelo Windows não dá, nem com Ctrl+Alt+Del → “Alterar uma senha” nem quando o Windows avisa que ela expirou: ele vai responder que a nova não atende aos requisitos de tamanho ou complexidade, por mais longa que seja. Não é isso: essa troca só chegaria às pastas e deixaria nelas uma senha diferente da do painel e da do SFTP. Se ela expirou, entre no painel: ele pede a nova e, com ela, as pastas e o SFTP voltam a abrir.

Cada pessoa tem também sua própria pasta —“Minha unidade”—, com as pastas Fotos, Música, Vídeos, Documentos e Downloads já criadas: Galeria, Música, Filmes e Downloads usam essas pastas sozinhos. Não é preciso criá-la: ela existe desde que a conta existe, e é privada — ninguém mais entra, a não ser no que a própria dona compartilhar (Compartilhar suas coisas). Por quais serviços ela sai para a rede é decidido em Pastas da casa (seção 6).

Funções do painel

  • Administrador. Tudo, inclusive criar contas e mexer no sistema.
  • Normal. O que lhe foi concedido, nem mais nem menos.

Não existe uma função intermediária, e é de propósito: o que em outros sistemas se resolve inventando funções, aqui se resolve concedendo telas avulsas (seção 4).

Na primeira vez que entra, cada conta vê umas boas-vindas de três telas que contam, em resumo, o que esta seção diz: o que é a sua unidade, o que é “Compartilhado comigo” e o que é “Da casa”.

Ver o conteúdo de todas as contas

Quem administra também vê, de fábrica, só o que é seu: a sua unidade, o que compartilham com você e as pastas da casa. As fotos, a música ou os documentos dos outros não aparecem.

Se for preciso ver tudo — para ajudar alguém, ou para arrumar o NAS —, ligue em Painel de controle → Sua conta → “Ver o conteúdo de todas as contas”. Ligado, aparece a aba “De todos” em Arquivos, Galeria, Música e Filmes, só para ver, e cada uma das outras contas vê um aviso de que quem administra pode ver. É uma configuração de cada administrador: ligar para um não liga para os outros.

3. Os aplicativos: três níveis

Cada aplicativo é concedido com um destes três:

  • Sem acesso — nem o ícone aparece.
  • Ver — abre e dá para olhar; os botões que alteram algo não aparecem.
  • Usar — olhar e mexer.

Isto é o que uma conta recém-criada traz, sem mexer em nada:

AplicativoDe fábricaPor quê
ArquivosUsarSua “Minha unidade” e o que for compartilhado com ela
GaleriaUsarSuas fotos
Bloco de notasUsarSuas notas
DownloadsUsarBaixar coisas com o NAS
Agenda e contatosUsarA agenda dela é dela
Visão geralVerComo vai o dispositivo, sem poder mexer
MonitorVerUso de processador, memória, rede e discos
CâmerasSem acessoVer a casa não é para todo mundo; e só dá para conceder Ver
BackupsSem acessoE só dá para conceder Ver
ArmazenamentoSem acessoE só dá para conceder Ver
Central de pacotesSem acesso⚠️ Veja o aviso abaixo
DockerSem acesso⚠️ Veja o aviso abaixo
Máquinas virtuaisSem acesso⚠️ Veja o aviso abaixo
TerminalSem acessoSó administradores

Câmeras, Backups e Armazenamento não podem ser concedidos por inteiro: só aceitam “Ver”. Com “Ver”, Câmeras mostra o ao vivo e as gravações das câmeras que a pessoa pode ver (cada câmera diz quem a vê: Câmeras); adicionar uma câmera, movê-la ou guardar uma gravação para que a limpeza não a apague é de quem administra. Mexer nos outros dois é criar e destruir volumes ou mudar para onde vai o backup da casa toda: isso também é administrar o dispositivo. Oferecer um “Usar” que na verdade não deixasse mexer em nada seria mentir na tela.

Com Ver, nenhum aplicativo mostra botões que depois o NAS recusaria; o que é seu — suas favoritas, suas listas, onde você parou num filme — é salvo do mesmo jeito.

⚠️ Três aplicativos entregam o dispositivo por outra porta. Central de pacotes, Docker e Máquinas virtuais podem ser concedidos — é para isso que isto existe —, mas um app, um contêiner ou uma máquina trabalham com as pastas que recebem. Quem não administra só pode dar a eles as suas pastas ou as que pode alterar, e o NAS confere de novo toda vez que eles iniciam; a rede do NAS, a placa de vídeo e os USB são sempre de quem administra. Mesmo assim, a tela avisa antes de você salvar: conceda a quem sabe o que está fazendo. Os apps e os contêineres são da casa toda. As máquinas virtuais, por outro lado, são de quem as cria, que pode compartilhá-las com “Pode ver” ou “Pode usar”; as que já existiam continuam ao alcance de quem tinha o aplicativo.

Perfis: Família, Criança e Convidado

Ao criar alguém não é preciso ir aplicativo por aplicativo: escolha um perfil e o NAS marca as caixas.

PerfilO que pode usar
FamíliaSeus arquivos, fotos, música, filmes, downloads e agenda. Nada que administre o NAS.
CriançaO mesmo que Família, com filmes próprios para menores. O painel sugere colocar um horário.
ConvidadoSó vê o que compartilharem com ele: arquivos, fotos, música e filmes. Sem downloads nem agenda.

“Ajustar à mão” continua lá para quem quiser escolher caixa por caixa. A ficha de cada conta diz qual perfil ela tem; se alguém mexer numa caixa solta, passa a dizer “Personalizado”, que é a verdade. Escolher um perfil de novo volta a aplicá-lo.

4. O Painel de controle, tela por tela

O Painel de controle não é “tudo ou nada”. Cada tela é uma permissão, com os mesmos três níveis, e o ícone do Painel de controle aparece se a conta tiver alguma concedida.

Uma conta nova nasce com o que é dela e o que é inofensivo liberados, e tudo o que administra o dispositivo, fechado:

De fábricaTelas
UsarSua conta (a senha e o 2FA dela)
VerEndereços · Informações do dispositivo
Sem acessoTodas as outras

As outras, nos mesmos grupos e com os mesmos nomes da tela inicial do Painel de controle, para você saber o que está concedendo:

  • Compartilhamento de arquivos — Pastas da casa, Serviços de arquivos.
  • Usuários e permissões — Usuários e grupos ⚠️, Sua conta, Serviço de diretório ⚠️.
  • Rede — Rede ⚠️, Endereços, DNS ⚠️, DHCP ⚠️, SSH ⚠️, SNMP, Casa inteligente.
  • Acesso de fora — Acesso externo, VPN ⚠️.
  • Serviços do NAS — Agenda e contatos, Impressora.
  • Segurança — Consultor de segurança, Firewall ⚠️, Senhas, Bloqueio por país, Relatório e armadilha, Antivírus, Bloqueio de IPs.
  • Sistema — Informações do dispositivo, Licença, Região e idioma, Tela, Portal de acesso, Relatório de espaço, Nobreak, Desligar e reiniciar ⚠️.
  • Administração — Verificação do sistema, Central de registros, Tarefas agendadas ⚠️, Alertas, Trazer os dados do seu NAS anterior ⚠️.

Atualizar o LGM-OS, Backup da configuração, Placas de vídeo e Restaurar configurações de fábrica não estão na lista: são só de quem administra e não são concedidos a mais ninguém.

⚠️ As marcadas, concedidas com Usar, entregam o dispositivo por outra porta: quem mexe na rede pode deixar o NAS sem comunicação, e quem tem as tarefas agendadas pode fazer o NAS executar o que quiser. O painel avisa você antes de salvar.

O que é sempre de quem administra

Conceder uma tela abre o do dia a dia, não o que pode deixar o NAS sem comunicação, aberto para a internet ou em outras mãos. Mesmo que alguém tenha a tela com Usar, isto continua sendo só de quem administra:

  • Em Usuários e grupos: definir ou trocar a senha, o segundo fator, as chaves de acesso ou as chaves SSH de outra pessoa; mudar o papel dela; apagar contas; encerrar sessões dos outros; criar administradores ou mexer em quem tem mais permissões do que você; tirar alguém de um grupo com permissões ou apagar esse grupo. Quem gerencia contas sem administrar cria **por link de convite**, e não muda os próprios limites (espaço, horário, data de fim).
  • Na rede e na segurança: a rede, o firewall, ligar o SSH ou dar o console a uma conta, o acesso pela internet (nome, certificados, túnel, portas), a VPN, o bloqueio por país, e colocar o NAS num domínio ou tirá-lo.
  • No dispositivo: desligar e reiniciar, cancelar trabalhos de impressão de outros e apagar arquivos repetidos da casa toda.

Se alguém tentar, o NAS diz por que não pode e que é preciso pedir a quem administra.

Aprovação de um segundo administrador

Só na edição Empresarial. Painel de controle → Usuários e grupos → Aprovações.

Com «O que é destrutivo precisa da aprovação de outro administrador» ativado, ninguém pode, sozinho, fazer sumir algo inteiro nem soltar o que o protege. Isto fica pendente:

  • excluir um volume, uma pasta compartilhada, uma conta ou um snapshot;
  • tirar o cadeado de um snapshot ou o bloqueio de exclusão de uma pasta;
  • tornar uma conta administradora, tirar a administração dela ou mudar a senha (ou o link de entrada) de outra conta que administra: senão, bastaria criar um segundo administrador para si mesmo;
  • restaurar a configuração a partir de um backup, que traz todas as contas;
  • e desativar a própria regra.

Quem pede fica sabendo que está pendente, e os outros administradores recebem um aviso (no sino e pelos canais de Alertas). Um deles aprova ou recusa em Aprovações; nunca quem pediu. Aprovado, quem pediu faz de novo e então é feito: vale uma vez, só para essa conta e para isso mesmo. O que ninguém aprova expira em 24 horas. Tudo (pedir, aprovar, recusar e fazer) fica na Central de registros.

Com um só administrador não dá para ativar: não haveria quem aprovasse nada. Se algum dia sobrar só um com a regra ativada, a única coisa que dá para fazer sem aprovação é desativá-la.

5. Grupos: a regra que não se repete

Tudo o que foi dito acima pode ser concedido a um grupo em vez de a uma pessoa. “As câmeras, para todos da casa” é uma regra, não sete.

Quando há regras de grupo e de pessoa sobre o mesmo aplicativo:

  • A da pessoa vence, mesmo que seja mais restritiva. É isso que permite “o grupo todo menos fulano”, a exceção que sempre acaba sendo necessária.
  • Entre dois grupos, vence o mais permissivo, que é o que espera qualquer um que pertence aos dois.

Na prática: monte os grupos por como a casa é usada (adultos, convidados, as crianças) e não por aplicativo. Um grupo por aplicativo é a lista que ninguém mantém.

6. As pastas da casa

Compartilhar uma pasta e dar acesso a alguém são dois passos diferentes, e é aí que quase todo mundo empaca:

  1. Criar a pasta em Painel de controle → Pastas da casa.
  2. Dizer por onde ela é publicada: SMB, NFS, WebDAV — cada um é marcado nessa pasta, e o protocolo também precisa estar ligado em Serviços de arquivos.
  3. Dizer quem entra: nas permissões dessa pasta, pessoa por pessoa ou grupo por grupo, com sem acesso / somente leitura / leitura e gravação.

Sem o passo 3, a pasta existe e ninguém a vê. É a ordem certa: uma pasta nova nasce fechada.

Nessa mesma ficha há um interruptor, Esvazia sozinha, para a pasta de ida e volta —a de troca com o pessoal de casa, a do que é enviado pelo celular—: todo dia ela retira o que estiver há mais de N dias sem ser mexido, em vez de deixá-la crescer até encher o volume. Vem desligado, e está explicado em Arquivos.

“Minha unidade” tem sua própria linha em Pastas da casa, acima das outras: um interruptor geral e os mesmos selos SMB, NFS e WebDAV. Aqui não há permissões a distribuir: cada conta entra na sua e só na sua, por qualquer um dos três. Como nas outras pastas, cada serviço também precisa estar ligado em Serviços de arquivos.

  • SMB vem ligado: no Windows é \\NAS\home (ou o nome da conta).
  • NFS não pede senha, então só é ligado com uma lista de dispositivos que podem montá-la —o IP ou a rede deles—, e só esses a montam.
  • WebDAV a deixa em https://<NAS>:8081/~<conta> para as contas que tenham **Acesso web aos arquivos** na ficha. É o que o LGM Connect usa para abri-la fora de casa.

Desligada, a “Minha unidade” não sai para a rede, mas os arquivos não são tocados e ela continua aparecendo em Arquivos. O SFTP é à parte: é concedido na ficha de cada conta e sempre entra na “Minha unidade” dela.

Compartilhar suas coisas com alguém da casa

O que está na sua unidade, você mesmo compartilha, sem pedir a ninguém. Há um botão “Compartilhar”, igual em Arquivos, Galeria, Música, Filmes, Câmeras e Máquinas virtuais: abre uma janela com as pessoas da casa (e os grupos, se houver), você marca quem quiser e escolhe “Pode ver” ou “Pode alterar” (numa máquina virtual, “Pode usar”).

  • Quem recebe vê um aviso com “Abrir”, e encontra na aba “Compartilhado comigo” daquele aplicativo.
  • Em Painel de controle → Sua conta estão “O que você compartilha”, para parar de compartilhar com um toque, e “Compartilhado comigo”, para abrir ou “Deixar de receber”.
  • Para juntar as fotos de várias pessoas existe a galeria compartilhada: é um convite, e só entra quem aceita (Galeria).
  • As pastas da casa continuam sendo distribuídas como antes, com sua lista de permissões em Pastas da casa.

Nos aplicativos, tudo isso aparece nas mesmas abas: Meu, Compartilhado comigo e Da casa (e De todos, só para quem administra com “Ver o conteúdo de todas as contas” ligado). Cada aplicativo lembra em qual você o deixou.

7. Quanto espaço cada um tem

Na ficha de cada conta dá para definir um limite. Sem limite, todos dividem o volume inteiro, e o primeiro que baixar uma temporada em 4K fica com tudo.

O limite vale na hora de gravar, venha por onde vier —painel, SMB ou SFTP—, e quem o atinge recebe um “sem espaço disponível” normal no seu dispositivo.

Ao chegar a 90 % do limite, o painel avisa quem administra —com onde aumentá-lo— e a pessoa, se ela entrar no painel, para que libere espaço. Uma vez por susto: se cair abaixo de 85 % e encher de novo, avisa outra vez.

8. Remover alguém

Ao excluir uma conta, tudo o que é dela é fechado de uma vez: a entrada no painel, a conta do sistema, o SMB, as sessões abertas, os links públicos e os pedidos de arquivos, a linha dela nas permissões de cada pasta e as regras de aplicativos.

Com eles vão também o que a conta compartilhava e o que compartilhavam com ela, o papel de parede, as buscas da Galeria, os avisos e o seu “Ver o conteúdo de todas as contas”.

Esse último ponto importa mais do que parece: se não fossem retiradas, cadastrar outra pessoa com o mesmo nome herdaria o que era da anterior. Numa casa isso acontece —exclui-se “convidado” e ele é criado de novo meses depois—.

O que NÃO é excluído são os arquivos dela. A “Minha unidade” continua no volume. É de propósito: excluir uma conta é um clique, e excluir os dados de alguém não deveria ser.

As contas e os grupos que o próprio NAS usa (os dos seus serviços e o dos administradores) não podem ser apagados: a linha deles diz isso e explica por quê.

9. Chaves de API

Para scripts e automação residencial que conversem com o NAS sem senha nem navegador. Cada conta cria as suas em Painel de controle → Sua conta → Chaves de API: a chave é mostrada uma única vez, expira quando você definir e pode ser limitada a alguns aplicativos. É usada como Authorization: Bearer lgm_… em qualquer rota da API, com o que o dono dela pode fazer. Uma chave nunca muda a senha nem a conta: isso é feito no painel, com a senha. Ela também não abre as conexões ao vivo do painel (o monitor, o console, o ao vivo das câmeras: vão por WebSocket e precisam da sessão do navegador), nem baixa o relatório para o suporte; e uma chave limitada a alguns aplicativos não chega ao editor de documentos nem a nada que não seja desses aplicativos. Ao remover uma conta, as chaves dela vão junto.

10. Chaves SSH

Para que um notebook faça backups com rsync, ou um cliente SFTP entre, sem digitar a senha. Cada conta cola a chave pública do seu dispositivo (a que termina em .pub) em Painel de controle → Sua conta → Chaves SSH, e o administrador pode colocá-la na ficha de qualquer usuário (“Usuários e grupos → a conta → Acesso”). Uma chave não abre nada que a conta já não tenha: é preciso ter console SSH ou SFTP. Ao remover uma conta, as chaves dela vão junto.

Veja também

Duplicar (na lista de usuários) cria uma conta com os mesmos aplicativos, pastas, grupos, limite de espaço, acesso ao painel e portas de outra; a senha é nova. E em vez de você digitar a senha, pode marcar “A própria pessoa define com um link”: a conta nasce fechada e aparece um link de uso único, válido por 48 horas, para que essa pessoa defina a senha pelo celular. O link é mostrado uma única vez; se ele se perder, gere outro em “Editar” e o anterior deixa de valer. Só para contas de pessoas: nem as do sistema nem as do domínio.

O link leva o endereço pelo qual se chega ao NAS fora de casa (o que você está usando, ou o do NAS), então abre também no celular com dados móveis. E é o único jeito de criar contas para quem gerencia contas sem administrar: a senha é sempre a própria pessoa que define.